[Coluna] Como foi participar do Congresso Brasileiro de Direito Civil: Parte 6 - Por Anna Luísa Braz


Existe algo mágico em viagens e é aquela sensação de que tudo aquilo que vivemos naquele momento é a nossa melhor normalidade. Ou seja, que acordarmos com um café da manhã maravilhoso é nossa rotina e também é a coisa mais costumeira do mundo vivermos rodeados dos nomes que aparecem em nossas bibliotecas e Ciclos de Leitura. Mais fascinante? Poder ouvir e ser realmente ouvido por todos estes nomes do Direito Civil.


Nossas oportunidades de diálogo foram diversas e nosso foco esteve no Concurso Nacional de Fotografia para Estudantes de Direito que lançamos durante o evento. As diversas impressões positivas depois de tanta dedicação para efetivar o projeto e a viagem não poderiam ser mais gratificantes e impulsionadoras. Pudemos firmar apoios com diversos professores de cursos de Direito das mais longínquas distâncias, de forma que o diálogo provou-se uma estratégia de divulgação das melhores possíveis. Além disso, demonstramos a alguns participantes da Comissão Julgadora nossas perspectivas, distribuímos flyers, colhemos ideias e tiramos fotos para divulgação virtual.


Diante de tudo isso e muito mais, a viagem para Curitiba não poderia ter sido mais encantadora! Não saberia descrever todas as inúmeras mudanças de perspectiva que tive ao viver tantas coisas, então me prendo aos ganhos que após a volta me parecem óbvios. Afinal, entrar na biblioteca com uma segurança diferente para escolher os autores é mesmo uma maravilha, não? Além disso, encontrar os amigos para uma reunião e divagarmos sobre a falta que nos faz um coffee break voltado para quais serão as próximas pessoas que queremos abordar torna a vida mais leve. Mas, o principal ganho é a nítida visão de quais são meus objetivos e o quanto quero chegar a eles agindo como um impulso firme e constante na minha verdadeira rotina.


As conversas que alteraram tão intensamente minha visão sobre a graduação e o Direito Civil foram (e sempre serão) valiosas e agradeço aos diversos grandes nomes com os quais convivi e também aos meus estimados amigos que me acompanharam numa aventura única e inesquecível com tanto entusiasmo e disposição. Foi um PRIVILÉGIO vivenciar a sensação ímpar de participar desse primeiro Congresso e escrevo esse texto como um singelo conselho para que todos se esforcem como nos esforçamos para alcançar essa mágica.

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