[Coluna] Como foi participar do Congresso Brasileiro de Direito Civil: Parte 1 - Por Renata Lima



Bom, acho que devemos começar pelo começo. A ideia de participar do V Congresso do IBDCivil parecia distante até que, com o incentivo do nosso orientador, decidimos nos mobilizar para que todos os onze orientandos – sim, onze – conseguissem ir para este evento de grande importância para a área que é a nossa grande paixão: o Direito Civil. Os 789km que nos separavam não pareceram uma barreira neste momento. Mas como sabíamos que nem tudo é tão simples, tínhamos muito trabalho pela frente; e a partir daí foi distribuição de tarefas para todos os lados. Precisávamos organizar o transporte, a hospedagem, a alimentação, tarefas de cunho acadêmico que poderiam ser aproveitadas (já que estaríamos perto de umas das maiores universidades do país e de excelentes professores), as parcerias que poderiam ser formadas e, é claro, os locais a serem visitados.


Como alguns de nossos membros, aos quais me incluo, participam do grupo de pesquisa “Virada de Copérnico”, vinculado à Universidade Federal do Paraná, e outros estavam concorrendo ao “Concurso de Trabalhos Científicos” – Prêmio Clóvis Beviláqua - promovido pelo Congresso, além da oportunidade de dar visibilidade para o grupo e para o nosso “I Concurso Nacional de Fotografia para Estudantes de Direito” sobre pessoas com deficiência, a motivação pela busca de conhecimento deixou de ser o único impulso.


A primeira coisa que buscamos, então, foi uma maneira de chegar lá. A princípio, pensamos em voar - tão alto quanto as nossas expectativas e sonhos depositados naquele evento. Porém, a opção escolhida foi aquela que diminuiu a altura e permitiu que alcançássemos nossos objetivos. Tomamos conhecimento de um programa oferecido pela UFLA (além da possibilidade de conseguir auxílio financeiro para eventos junto a instituição) chamado “Leva eu”, que nos ofereceu transporte seguro, de qualidade e a baixo custo. Tratamos logo de elaborar nosso itinerário de 12h, imaginando o quão cansados chegaríamos a Curitiba. Mas nem deu tempo de para pensar nisso durante a viagem. Foi tão bacana, que ainda tivemos ânimo para badalar na terra das araucárias quando chegamos e nos renovar para o dia seguinte, que já estava com a agenda cheia...

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